No marketing tb é assim. Amantes criam fácil uma relação com
as marcas. Se a relação será de amor ou ódio, depende da atitude da marca. Todo
mundo gosta de ser bem atendido, mas o amante gosta de ser especial, e se
conseguir isso ele retribuirá pq tem uma ligação emocional.
Meu amigo Eduardo é deste arquétipo. Lembro-me dele triste
pq a Vivo tinha cometido um erro na fatura e ainda por cima o atendeu mal. Ele
falava disso como falava de uma pessoa: “eu sou cliente há anos, eu pago em
débito automático; eu gosto da Vivo e eles me tratam assim!”
Aliás, é recorrente ouvir Eduardo falar de marcas assim: “sou
cliente há anos, gasto muito lá, gosto da marca”.
Em lojas, sempre que é bem atendido ele diz para atendente
que adorou o trabalho dela, faz questão de expressar. Assim tb, qdo é mal
atendido...saí de baixo!
É dica velha, mas vale investir em cartões parabenizando este
cliente, chamar pelo nome. Promoções que transmitam a mensagem de que ele faz
parte de um grupo seleto, de que ele é um dos primeiros a ser contatado. Enfim fazê-lo
se sentir especial.
Como é cinestésico campanhas em que de fato ele pode pegar,
experimentar um produto, são mais efetivas do que as campanhas em que ele
apensa pode ver. Amostras grátis são uma ótima opção.
Outra coisa, é que o amante compra produtos que atraiam a
atenção para ele. Adora o último lançamento tecnológico, o carrão, a comida de
boa qualidade – devidamente fotografada e postada.
Á primeira vista, o amante parece mesmo ser um
exibicionista, e eu não sei se realmente é. Mas eu sei que se o produto favorece
à exibição, ao romance e sedução - grandes chances do amante comprar.
 |
Venus de botticelli ícone de beleza - amante. |